Videogames e jogos on-line viram a nova sensação dos processos de seleção e treinamento nas empresas. E ainda: Wii inflama debates entre jogos para gamers casuais e hardcore
Definitivamente, eles não são mais coisa de criança. Ainda que um certo preconceito continue pairando sobre os videogames, estes se mostram cada vez mais incorporados à cultura da sociedade moderna.
Neste mês, em reportagem da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, a repórter Viviane Maia descreve como o uso de videogames e jogos on-line no ambiente corporativo vem se intensificando nos últimos anos. Segundo a matéria, os games estão sendo usados como ferramentas tanto em programas de sucessão de empresas familiares quanto nos processos de seleção e treinamento de funcionários. Para você ter uma idéia, os selecionados para a primeira fase de triagem do programa Aprendiz 5 – O Sócio, da Rede Record, competirão individualmente por meio de um game desenvolvido pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas).
O aumento do interesse pelos games no universo das empresas tem uma justificativa: segundo especialistas, o nível de concentração exigido num jogo de computador é alto o tempo todo. Enquanto a capacidade de absorção de informações durante um game é de cerca de 80%, numa palestra a taxa fica em torno de míseros 5%. Além disso, jogos de simulação unem o aprendizado teórico à prática e permitem ao usuário identificar seus pontos fracos fora de uma situação real, evitando conseqüências desastrosas para uma empresa.
Apesar de o uso de simuladores e jogos on-line ainda ser praticamente restrito a grandes corporações, as pequenas e médias empresas já começam a demonstrar interesse pela coisa: entre os jogos mais populares do mundo corporativo estão Big Brain Academy, para o Nintendo Wii, e Brain Age e Flash Focus, para Nintendo DS.
Ainda segundo a revista, especialistas em recursos humanos ressaltam, porém, que os games são apenas um instrumento dos processos de seleção e treinamento – não excluem o uso de outros métodos e ferramentas. “Uma pessoa com pouca habilidade manual pode ser prejudicada em um processo de seleção que não tenha outras etapas”, diz Moisés Balassiano, professor da EBAPE (Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas), da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Portanto, é mais um álibi para você proferir em defesa do seu hobby predileto a todos aqueles que ainda acham seus joguinhos uma coisa inútil.
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E o Wii continua na boca do povo. O novo console da Nintendo, que já é o líder da nova geração de videogames, está provocando debates inflamados entre os jogadores devido à enorme quantidade de jogos ditos “casuais” que saem para a máquina. O problema é que até o público que já jogava videogame e é entusiasta da Nintendo começa a se preocupar com a nova filosofia da empresa de simplificar as coisas: será que talvez não esteja havendo um exagero?
Para Alexei Barros, do blog Hadouken, não é nem a avalanche casual ou os jogos de qualidade duvidosa que são a questão. Segundo ele, “não há problema em lançar jogos casuais, desde que não se contaminem os jogos hardcore (termo usado para designar games mais complexos)”. Assim, temos visto jogos antes consagrados por suas dificuldades ficarem cada vez mais simplórios – quando não, muito curtos – na plataforma.
Ultimamente, no que diz respeito às franquias multissistema, o Wii só tem ficado com o bagaço – o maior exemplo recente, para mim, foi Soul Calibur Legends, uma vergonha e tanto da Namco Bandai. Junte a isso a recente notícia que dá conta de que pouco mais de dez jogos para Wii possuem média geral igual ou superior a 8,0 no site metacritics.com – enquanto o Xbox 360 tem 80 jogos e o PlayStation 3, 40 – e a conclusão a que podemos chegar é essa: independente de hardcore ou casual, o que está faltando verdadeiramente no Wii é uma maior quantidade de jogos ótimos… ainda que o melhor de todos esteja nele.
Imagem do post: montagem sobre imagens de divulgação da Rede Record.
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Leia também: A nova geração é uma farsa, Wii Lóqui Lóqui Uéééarghhhh!
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Jogo do aprendiz para Wii, jogo do Roberto Justus, capinha do aprendiz o sócio para wii
HUAHAHAUAHAHAHA!!! ESSA CAPINHA FIKOU A MELHOR!!!
HAUAHUAUHUAHUAHUAHUAH
Se saísse o aprendiz pro Wii, o Silvio Santos lançaria uma versão do Show do Milhão ou da Casa dos Artistas!
Baaaah! Copião xDDDD
Tá, eu sei que você postou antes, mas foi só pq eu tava cheio de coisa pra fazer no trabalho =PPP
Tá, agora que eu vi que tu postou DOIS dias atrás =P
Saquinho hihi
Ri bastante com a capa do jogo, Bud. A respeito do Wii, era de se esperar que isso acontecesse, já que a Nintendo simplesmente abriu a porteira pra todo mundo fazer o que quiser do Wii. Por outro lado, você vê alguns exemplos de tentativas sérias de thirdies, como RE: The Umbrella Chronicles, Tales of Simphonia 2, No More Heroes e outros. Como dono de um Wii, fico puto com esse fluxo de merda dos jogos, mas tem esperança no horizonte.
Bud, sobre jogos para empresários: até hoje eu não vi nada melhor que o antigo Capitalism II. Inclusive dá pra jogar em lan, e tentar levar seus amigos à bancarrota. Pra mim o melhor deste tipo.
Bud, pra nossa infelicidade, veja os comentários do pessoal na matéria que você postou o link (da Folha Online).
Big Brain Academy, Brain Age e Flash Focus esses jogos são pra DS, mais os brain series tem uma versao pro wii..
Aquele que aparece no DS nao eh jogo e apenas um tema de metal gear que eu fiz pro ds mesmo!
Há mesmo mto preconceito com relação aos videogames. Mas isso está diminuindo, já q mtos pesquisadores estão deixando isso de lado e descobrindo q, sim, os videogames podem nos tornar mais inteligentes.
O Sebrae mesmo já tem um game que é popular, o Desafio Sebrae (q tentei participar em 2006 mas deu chabu no CD de instalação e meu grupo ficou de fora). Ótimo para ensinar e despertar o empreendedorismo.
Até um simples Simcity nos deixa mais organizado. Até o violento Doom, em DOS msm, melhora nosso raciocínio espacial (ou coisa assim, por ser um ambiente 3D). T+
Rodrigo, nem vem que eu cheguei primeiro!

Dudu, você está certo. Para Wii, só tem o Big Brain Academy, por enquanto. Foi mancadinha da revista.
E Chico, o game que os selecionados para a fase atual de O Aprendiz estão jogando é uma versão desse Desafio Sebrae que você citou.
Apelar para o Mario foi sacanagem! XD
Senão fosse o FFXIII e o MGS4 eu estava jogando um Wii de sacanagem e teria um 360 para completar.
O lance é que o Wii tá sendo o que o PlayStation 2 foi no começo de sua vida: a nova galinha dos ovos de ouro da cena desenvolvedora. Todo mundo quer tirar um naco do bolo que o console pode oferecer, e o lance da produção ser BEM menos custosa do que um jogo retail de Xbox 360 ou PlayStation 3 (e o preço de prateleira também) também faz olho de nego crescer. E tome Simple Series, nego revivendo jogos ruins que eram de de outras plataformas para o Wii…
Plus ça change, plus c’est la même chose.
Véro, Jigu, véro.
Merci bocú.
A capinha ficou show de bola.