Chineses desbancam americanos no Esporte e estão prestes a superá-los na Economia. E ainda: Brasil é salvo de vexame olímpico por triunfos inéditos
Chegou ao fim, neste domingo, a Olimpíada de Pequim. E, com ela, acaba também a hegemonia americana no esporte mundial: com 51 medalhas de ouro, quinze a mais que os EUA, os chineses lideraram com folga os jogos olímpicos e se transformaram na mais nova potência esportiva do mundo. Confira agora uma seleção de links com reportagens sobre o triunfo chinês e a passagem abaixo das expectativas da delegação brasileira na olimpíada.
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Quartel chinês: sim, os chineses venceram. Mas seus atletas sofreram bastante para isso (via Istoé)
A derrocada americana: desempenho dos EUA ficou tão abaixo do previsto que levou a imprensa do país a mudar os critérios do quadro de medalhas (via Istoé)
É o maior: se não deu pra ganhar no geral, os EUA podem bradar ter o maior atleta olímpico (via Folha)
Brasil piora em Pequim: apesar de igualar o recorde de total de medalhas visto em Atlanta, neste ano ganhamos menos ouros que em Atenas (via Estadão)
Questão de emoção: Brasil perde a chance de bater recorde de ouros devido ao descontrole emocional dos atletas (via Istoé)
Surpresa no pódio: os novos talentos que são promessa para Londres 2012 (via Istoé)
Culpa “dazelite”: Ninguém esperava por esses três ouros. No final, foram eles que nos salvaram (via Folha)
Quadro de medalhas: confira a classificação geral da competição e compare com o ranking dos jogos anteriores (via Veja)
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Nos vemos só na Copa
E é isso. Lembrando que, ao final de sua transmissão da cerimônia de encerramento, a Globo não soltou o tradicional “nos vemos em [insira o local e ano da próxima olimpíada aqui]”. E o motivo é muito simples: a exibição da Olimpíada de Londres, em 2012, será exclusividade da Record na TV aberta. Aliás, não só isso: a emissora papou também os direitos de transmissão dos Jogos de Inverno de Vancouver, em 2010 e, numa manobra que pegou a Globo de surpresa, os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011. Rumores dão conta de que a TV dos bispos quer o passe de Cléber Machado para ser a estrela de seus trunfos esportivos. E a Globo, bem depressa, já tratou de colocar no ar suas chamadas para a Copa de 2010.
Vale lembrar que, mesmo com os jogos sendo exibidos de madrugada, a Olimpíada turbinou o ibope da Globo e da Band, que também a exibiu. Londres promete ser um senhor pesadelo para a Globo: seus jogos serão exibidos aqui quase todos em horário nobre, ao vivo. Melhor para a Record, que viu sua audiência despencar durante Pequim e agora literalmente reza para que os US$ 70 milhões desembolsados dêem o retorno esperado.
Imagem do post: montagem sobre fotos do Comitê Olímpico Brasileiro e Reuters.
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Ih o povo viaja, só pq o Brasil teve um bom desempenho no PAN já acharam que ia chover medalha… e não é assim, né? Uma coisa é competir só com a América, outra com o mundo todo.
Pelo menos não foi o fiasco de Sydney 2000, quando não conseguimos ganhar um ourozinho sequer!….
Puts, essa compra da Record vai dar o que falar em 2012. Quero só ver…Mas assim, ela vai smplesmente IGNORAR a olimpiada. E vai ser engraçado ver que 60% do Brasil nao vai nem acompanhar, pq como vc bem sabe, aqui no sudeste se tem até opção, mas em outros cantos do Brasil é Globo ou Globo. Vixi, quantas virgulas XD Outro dia arrumo ^^
Muitos questionam os métodos de treinamento dos atletas chineses, mas o resultado tá aí. A China é potência nos esportes e na economia, enquanto a gente amarga a derrota do Brasil em todos os setores. Antes de desembolsar bilhões em candidaturas à sede das Olimpíadas, os políticos deviam se preocupar em melhorar a imagem do esporte brasileiro investindo nos atletas.
Vale lembrar que poucos atletas brasileiros que brigam por medalha atuam no país. Brasil não é lugar de esporte de alto nível.
E assistir esporte na Globo é tortura. Ao invés de trazer informação, os locutores só querem saber de torcer. Tá, legal, somos brasileiros e torcemos pelos país, mas tem hora que irrita, principalmente quando os adversários são visivelmente superiores e tudo que ouvimos é “vai lá Brasil! Ah, pelo menos ele tentou…”
Haha, verdade, Uehara. Assistir certos jogos com o Galvão Bueno foi mais irritante do que o costumeiro nesta olimpíada. Como na semifinal do vôlei de praia, onde o cara só falava da derrota do Brasil para a Argentina no futebol, por exemplo.