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Por que o Projeto Natal não vai destronar o Wii

Papai Noel já mandou avisar: Project Natal é jóinha! =)A novidade mais impactante da E3 pode até ter voltado os holofotes para a Microsoft, mas dificilmente terá força para derrotar o console da Nintendo

Se você gosta de videogames, certamente já leu e assistiu de tudo sobre a última E3, maior feira de videogames do mundo que rolou em Los Angeles, na semana passada. Ao contrário da edição de 2008 — quando o evento frustrou boa parte dos jogadores entusiastas —, neste ano foram apresentadas muitas coisas interessantes e, sobretudo, uma das novidades mais comentadas dos últimos anos no mundo gamer: o Projeto Natal, da Microsoft.

Apresentado com o sugestivo slogan “Você é o controle”, a nova aposta da empresa de Bill Gates é um avanço e tanto sobre a interface consagrada pelo Wii: trata-se de uma câmera que, além de capturar seus movimentos, reconhece ainda voz, expressões faciais, cores, objetos e supostamente muito mais coisas que ainda não foram reveladas. É, de fato, o “360” que o Xbox leva no seu nome desde o lançamento, num já longínquo novembro de 2005. A pergunta que fica é: poderá o Projeto Natal, com suas inovações que fazem o wiimote parecer algo tão ultrapassado, abalar o reinado do Wii?

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O OnLive, o Zeebo e o futuro dos videogames

OnLive e Zeebo anunciam o futuro dos videogamesA plataforma padrão? O console definitivo? O fim da pirataria? Os caminhos que a indústria de games traça agora podem começar a definir o seu futuro

Na última semana de Março, em San Francisco, rolou a edição 2009 da GDC (Game Developers Conference), um evento voltado aos produtores de games. Dentre todos os assuntos abordados, um em especial ganhou forte repercussão: o velho sonho da plataforma de games universal voltou à tona com o anúncio do OnLive, uma tecnologia que promete jogos de última geração sem precisar de um console poderoso ou um computador parrudo. Todo o processamento será feito “em nuvem”, nos servidores da empresa — você só precisará de uma boa excelente conexão à rede e, no caso de querer jogar pela TV, uma espécie de “set-top box” que fará o papel de console e receberá periféricos como o joystick.

Apesar de ainda estar em desenvolvimento, o anúncio do OnLive caiu como uma bomba na indústria e ofuscou a primeira grande apresentação internacional do Zeebo, o console da brasileira Tectoy voltado aos mercados emergentes. O grande diferencial da maquininha da eterna representante brasileira da Sega era o fato de não possuir mídia física e inibir a pirataria, pois os jogos seriam baixados pela internet. O problema é que o Zeebo tem hardware inferior ao PS2 e custará mais caro que o highlander da Sony. Já o OnLive promete jogos de última geração instantaneamente, sem downloads ou instalações, e pode dar seu set-top box até mesmo de graça: a cobrança será feita somente nos games, que podem ser comprados ou alugados. Continue lendo ‘O OnLive, o Zeebo e o futuro dos videogames’

Previsões 2009

Previsões para 2009 é com time do budrush.com! =DFique sabendo agora o que podemos esperar do ano vindouro com o nosso time de profetas-celebridades

Assim como fizemos no ano passado, o budrush.com apresenta agora as previsões para 2009 de nossos parceiros da vidência. Se ligue na imagem que ilustra este post (da esquerda para a direita): João Bidu, Nostradamus (in memorian), Mãe Dinah e Walter MercadoIsaac Mendez não pôde participar desta vez – não são vereadores nem os Ursinhos Carinhosos, mas estão aqui pra ajudar (se precisar, é só chamar!). :D

Hoje, vamos conferir os palpites de nossos gurus para o cinema e os videogames. Em seguida, prepare-se para saber o que vai rolar em tecnologia e televisão. Por último, saiba ainda, todos os detalhes sobre os acontecimentos gerais no Brasil e no mundo – na política, nos esportes e em muito mais.

Bem, agora de chega de lero-lero e vamos aos finalmentes. Ano que vem, assim como fizemos recentemente, a gente confere se esse time aí merece mesmo tanta bajulação. Então, Ready… GO! Continue lendo ‘Previsões 2009′

Retrospectiva 2008 – Games

Ai, ai, essa 'nova geração', viu!... =\Veja por que 2008 termina com a impressão de que pouquíssima coisa mudou em relação ao ano passado

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2008 foi um ano curioso no mundo dos games. Pensava-se que teríamos grandes reviravoltas no decorrer dos meses – mas, com o ano chegando ao fim, percebemos que as coisas meio que permaneceram na mesma. É a conclusão a que chegamos quando percebemos alguns dos fatos ocorridos no período, como os que relembraremos a seguir. Ready, GO! :) Continue lendo ‘Retrospectiva 2008 – Games’

Retrô: os 20 anos do Mega Drive – Parte II

E você ainda tem dúvidas de que tem algum jogo do Sonic nessa lista? =D

E você ainda tem dúvidas de que tem algum jogo do Sonic nessa lista? =D

Confira o Top 10 dos melhores games do console na opinião do budrush.com e conheça os novos (!) jogos que o velhinho da Sega ganhará em 2008

No post anterior, você conferiu um resumo da história do Mega Drive, clássico console da Sega que completou 20 anos no último dia 29. Agora, como prometido, vamos à lista com os dez games mais iradosh do pioneiro da era 16 bits. Ready… GO! :D Continue lendo ‘Retrô: os 20 anos do Mega Drive – Parte II’

Retrô: os 20 anos do Mega Drive – Parte I

do tempo em que a Sega fazia bons jogos e o Sonic não beijava princesas

Mega Drive: do tempo em que a Sega fazia bons jogos e o Sonic não beijava princesas

O melhor videogame da Sega e um dos melhores consoles já produzidos completa duas décadas de vida. Relembre sua história, os melhores jogos e conheça os games que sairão ainda este ano – acredite, é verdade!

29 de outubro de 1988. Era lançado no Japão pela Sega o Mega Drive, sua mais nova investida frente a Nintendo, que reinava absoluta com o NES (o popular “Nintendinho 8 bits”). Após ver o Master System naufragar em todo o mundo – com exceção apenas de alguns países europeus, Austrália e Brasil –, a Sega resolveu partir para cima com algo ousado: um console de 16 bits. Com design futurista e poder de processamento impressionante para a época, logo o videogame despertou a atenção do público e minou o interesse pelo NES, decretando o fim da geração 8 bits e dando início a um dos períodos mais memoráveis da história dos videogames. Continue lendo ‘Retrô: os 20 anos do Mega Drive – Parte I’

A geração da frustração

Nova geração de consoles é um banho de água fria aos jogadores

Nova geração de consoles é um banho de água fria nos jogadores

Não é à toa que a maior feira de games do mundo não empolga mais ninguém: apesar dos recordes da indústria, nunca antes os videogames foram tão burocráticos

Há apenas dois anos atrás, os fãs de videogame faziam contagem regressiva para o mês de maio, época em que era realizada, em Los Angeles, a E3 (Electronic Entertainment Expo), o maior evento dessa indústria. Porém, a partir de 2007 – não por acaso, o primeiro ano de disputa entre PlayStation 3, Wii e Xbox 360 –, a feira foi adiada para o mês de julho e passou por grandes mudanças. O resultado é que agora, num período em que o setor ostenta os seus maiores recordes, os fãs são obrigados a presenciar uma exposição chocha, com anúncios previsíveis e apresentações parcas. E a E3 2008 foi além: não obstante ter sido a pior da história, serviu ainda para comprovar que a atual geração de videogames é, no mínimo, estranha. Continue lendo ‘A geração da frustração’

Ubisoft no Brasil: desafios e perspectivas

Olha o Rayman ai, geeeeeeente!...

Olha o Rayman aí, geeeeeeente!...

Produtora de Rayman e Splinter Cell aporta no país prometendo publicar jogos criados por aqui; indústria nacional de games vive momento promissor, mas velhos problemas ainda dificultam sua decolagem

Quem diria, hein!… Na semana em que decidi escrever sobre games, uma bomba benigna implode no cenário gamer nacional. É isso aí, amiguinhos: a francesa Ubisoft, atualmente a terceira maior publisher do mundo – atrás apenas da Activision e Electronic Arts – inaugurará em breve um estúdio de produção de jogos em São Paulo. O que isso significa? Que finalmente poderemos ver games feitos por brasileiros rodando em consoles como o Wii, PlayStation ou Xbox. E que todo o know-how de um estúdio de grande porte estará formando os profissionais que provavelmente colocarão o Brasil no mapa do desenvolvimento mundial de videogames – uma indústria que, já há um bom tempo, ultrapassou a música e o cinema em lucratividade. Seria este o momento-chave da inclusão de nosso país na elite do entretenimento eletrônico? Continue lendo ‘Ubisoft no Brasil: desafios e perspectivas’

Veja o final de “Sonic 2” em computação gráfica!

O final é o mesmo, mas os gráficos...

O final é o mesmo, mas os gráficos... quanta diferença!

E aguarde por um texto de verdade sobre videogames em breve

Tinha programado para hoje um texto sobre games – algo que está em falta por aqui desde o final de março, com este post. Pretendia falar sobre o iPhone e sua propalada ameaça aos portáteis atuais, mas achei o assunto um tanto quanto datado. Enfim, enquanto penso em outra pauta, fiquem com este videozinho bacana que encontrei hoje no YouTube: trata-se da seqüência final do classiquíssimo Sonic 2 (Mega Drive) refeito em CG por algum fanboy alucinado deste mundo de meu Deus.

E prometo: ainda nesta semana sai um post inédito e sensacional (?!) sobre videogames. Quem viver, verá. NHÁ! ;)

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Veja também: Retrô: Sonic 3 (Mega Drive)

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Os videogames vão acabar – e a culpa é do Wii

Wii tem o controle da situação

Wii tem o controle da situação

Nem PlayStation 4, nem Xbox 720 ou Super Wii: seu próximo videogame poderá ser uma caixa virtual. Pelo menos é o que vem alardeando a indústria

Que o Nintendo Wii é um grande sucesso, todo mundo já sabe. Nesta última semana, o console da Nintendo atingiu a marca de mais de um milhão de unidades vendidas somente neste ano no Japão, desbancando o até então imbatível portátil DS, também da Nintendo. Globalmente, o Wii está próximo de atingir 50% do mercado de videogames de nova geração.

Esse sucesso todo, segundo alguns analistas de mercado, pode contribuir para que os avanços da próxima geração de consoles sejam menores em relação aos vistos na última transição. Ou, mais surpreendente ainda, pode fazer com que as novas máquinas simplesmente não existam: elas poderão ser simples serviços de distribuição digital. Continue lendo ‘Os videogames vão acabar – e a culpa é do Wii’

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